A Jameson juntou o melhor de dois mundos no seu mais recente produto: a O’phelia é uma nova cerveja que passou dez meses a estagiar em barris de whiskey. A ideia foi recuperar uma lenda antiga e trazer para Portugal o fabrico de um produto inovador e com cariz artesanal.

Este é o resultado de uma parceria entre a Jameson Irish Whiskey e a cerveja Maldita e o nome foi inspirado numa jovem portuguesa que “segundo a lenda, durante a época das conquistas celtas, terá ficado só e à espera de seu pai, um dos melhores guerreiros e cervejeiros portugueses. Como prova para agradecer as suas conquistas e celebrar o seu regresso, O’phélia tentou criar a melhor receita que seu pai alguma vez haveria provado”, segundo conta o comunicado.

A melhor receita surgiu, precisamente, porque a jovem decidiu envelhecer a cerveja em barris de whiskey e, passadas várias décadas, a Jameson decidiu recuperar a história antiga e investir esforços na sua mais recente cerveja artesanal. De base Irish Red Ale, a cerveja ganha desta forma “fortes notas de carvalho e um final de boca de sabor a caramelo” pelo tempo de estágio.

“Quisemos replicar a primeira fase deste processo em Portugal, convidando uma microcervejeira artesanal nacional a quem cedemos alguns barris carregados de sabor de Jameson para que, neles, uma nova cerveja portuguesa também pudesse estagiar. O resultado é O’phélia, uma cerveja extraordinária”, conta Bruno Calvão, Diretor de Marketing da Pernod Ricard (o grupo que detém a Jameson, bem como outra marcas de bebidas alcoólicas) em Portugal.

A O’Phelia estará disponível em pontos de venda especializados em cerveja artesanal, por 7,49€, e contou com uma restrita produção de apenas 3.500 garrafas. Veja em baixo a história criada em torno do lançamento: