Foi em 1976, faz agora 40 anos, que um rapaz de Brooklyn chamado Jerry Seinfeld subiu a um palco para, pela primeira vez, experimentar a stand-up comedy. Pouco tempo depois, era comediante a tempo inteiro, mas sem fazer ideia de que, em 1989, criaria uma série de televisão que viria a tornar-se numa das mais vistas de todos os tempos.

Sabia que…

  • Seinfeld começa como acaba, com uma conversa entre Jerry e George sobre botões.
  • Ao contrário do que muitos pensam, o Festivus, o terrível Natal alternativo criado por Frank Costanza, pai de George, para atormentar o filho, existe mesmo.
  • No episódio 5 da temporada 9, George Costanza segura uma GQ, em cuja capa está Mira Sorvino. George pergunta a Jerry se teria alguma hipótese com Mira.
  • Larry David decidiu que Susan, a noiva de George, tinha de morrer porque Julia Louis-Dreyfus (Elaine) e Jason Alexander (George) não conseguiam representar ao lado da atriz que desempenhava a personagem.
  • Quando estava a filmar A Lista de Schindler, Spielberg ficava tão deprimido que parava para ver episódios de Seinfeld. Era a única coisa que o animava.
  • Frank Sinatra morreu durante a emissão do último episódio de Seinfeld, a 14 de maio de 1998. A ambulância demorou apenas quatro minutos a chegar a casa de Sinatra porque as ruas estavam vazias. Estava tudo em casa a ver Seinfeld.
  • Seinfeld durou nove temporadas, no fim das quais a NBC apresentou a Jerry uma proposta de 100 milhões de dólares por mais uma. Jerry recusou.
  • Nunca houve uma reunião oficial da série. No último episódio da sétima temporada de Curb Your Enthusiasm, a série de Larry David, este inventou uma reunião fictícia em que Jerry, George, Elaine e Kramer se juntam no cenário original.

Seinfeldismos ou as expressões que todos repetimos:

Re-gifting – dar a um terceiro um presente que se recebeu de outrem.
Double-dipping – colocar uma batata (ou qualquer outro tipo de comida) num qualquer molho, dar-lhe uma trinca e voltar a demolhá-la.
Close-talker – alguém que fala tão perto do seu interlocutor que este tem de se desviar.
Two-face – alguém que, sob uma determinada luz, pode ser muito bonito e, sob outra luz, pode ser muito feio.

Costanzanismos ou a vida segundo George Costanza

  • It’s not a lie if you believe it.” (Costanza, o filósofo.)
  • I have a bad feeling that whenever a lesbian looks at me they think: ‘That’s why I’m not a heterosexual.’” (Digamos que a confiança não abunda em Costanza.)
  • I’m much more comfortable criticizing people behind their backs.” (E quem não está?)